Domingo, 22 de Julho de 2007

Portáteis eoportunidades TMN - características

A TMN investirá entre 100 a 150 milhões de euros em computadores para distribuir no programa governamental e-escolas, revelou hoje o presidente da empresa, acrescentando que a operadora está disposta a assumir a compra de 300 mil portáteis.

Depois de ter distribuído 400 portáteis,  nas 18 capitais de distrito, a TMN assumiu o compromisso de comprar, nos próximos três anos, até 300 mil computadores para distribuir no âmbito do programa do Governo e-escolas, inserido no Plano Tecnológico.

O objectivo é assegurar a venda de computadores portáteis mais placa de acesso à Internet em banda larga móvel por apenas 150 euros  (Nota do editor: + Mensalidade Banda Larga + Fidelização ) a quem se candidatar ao programa que irá abranger todas as escolas do país, explicou Zeinal Bava.

O responsável salientou que os modelos disponibilizados pela TMN nesta fase inicial são da marca Fujitsu Siemens e têm um valor de mercado aproximado de 800 euros.

O tarifário Internet incluído é o TMN Banda Larga Light, com 1 GB de tráfego incluído, disponibilizado com um desconto significativo sobre o preço de mercado

Considerando que este «é um investimento no país e nos estudantes portugueses», o gestor sublinhou que a TMN foi a primeira a pôr em prática o protocolo assinado entre o Governo e os três operadores móveis (Vodafone, Optimus e TMN), e revelou que o objectivo é assegurar a entrega dos equipamentos num prazo de 24 horas, quando o programa estiver a funcionar, a partir de Setembro.

As candidaturas deverão ser realizadas nas escolas secundárias a partir de Setembro (e serão validadas por estas entidades), mas a TMN disponibiliza na sua página de Internet a possibilidade de efectuar um pré-registo, que garantirá aos potenciais candidatos a prioridade na aquisição dos equipamentos.

Apesar de reconhecer que «os efeitos não serão imediatos», o presidente da TMN frisou que este é um passo importante para aumentar a penetração da banda larga em Portugal, nomeadamente a banda larga móvel, permitindo transpor um dos principais obstáculos que é o custo elevado dos computadores.

Portátil Fujitsu Siemens AMILO Pro V3515 Edition

Monitor 15,4"
Pentium Dual Core 1,86 GHz
Memória 1GB
Disco 80GB
DVD Writer
Wi-Fi
Windows Vista
Office 2007
Em Português


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Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Cada Professor 1 computador portátil por 150€




Como posso adquirir um computador?

Basta preencher a Ficha de inscrição, na área “Inscrição”, do site http://eescola.pt/. Para tal é necessário um código de validação, obtido  na escola onde o professor lecciona.

 A quem é dirigido o programa?

Aos professores do ensino básico e secundário

 Em que consiste o “pacote disponível”?

Num computador portátil e acesso à Internet em Banda Larga.

Como é financiado este projecto?

É financiado fundamentalmente pelos operadores móveis (Optimus, TMN e Vodafone) ao abrigo das obrigações para o desenvolvimento da Sociedade de Informação, como contrapartida pela atribuição das licenças das comunicações da terceira geração.

Quando estarão disponíveis os computadores?

Em Setembro para professores

Quais as características do computador?

Processador 1,8 Ghz
1 Giga Byte de memória RAM
Leitor de DVD e CD
Placa Gráfica OnBoard XVGA
Sistema de áudio com colunas e microfone incorporado
Placa de rede OnBoard 10/100 Mb

Quanto custa?

Pagamento Inicial: 150 €
Mensalidade: 15€ (durante 12 meses)




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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

Portáteis a baixo custo para alunos e professores

Foi hoje protocolado o acordo que pretende levar a mais de meio milhão de portugueses o acesso a computadores portáteis e à Internet de banda larga. O programa eIniciativas foi anunciado na semana passada pelo Primeiro-ministro José Sócrates e pretende minimizar a "info-ileteracia" no país através da criação de um conjunto de medidas especiais para a aquisição de equipamentos e acessos à Web. A iniciativa destina-se a alunos, professores e trabalhadores em formação no âmbito o programa Novas Oportunidades.

A abertura da sessão protocolar ficou a cargo do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações que iniciou o seu discurso salientando a importância das novas tecnologias como ferramenta de estudo e de trabalho. Mário Lino recordou ainda as iniciativas ligadas ao desenvolvimento tecnológico nacional já desenvolvidas referindo que actualmente " Portugal é o primeiro país da Europa com toda a rede de escolas públicas cobertas por banda larga".

Referindo que a prioridade do eIniciativas é "qualificar os portugueses principalmente no que toca à literacia digital", o ministro apresentou as três vertentes do programa alavancado pelo Estado - eEscolas, eProfessor e eOportunidades - e os objectivos de cada um.

Neste sentido, a vertente eEscolas tem início a 15 de Setembro e tem como meta levar a 240 mil alunos o acesso a computadores e acesso de banda larga. Desta forma, todos os estudantes que se inscrevam nos próximos três anos no 10º ano terão acesso a um computador portátil e acesso de banda larga por uma entrada inicial de 150 euros. O valor mensal da ligação à Internet será inferior em 5 euros às ofertas de mercado dos operadores aderentes.

Os estudantes inscritos na Acção Social Escolar têm direito ao mesmo pacote embora não tenham de pagar qualquer valor de entrada. A mensalidade pelo acesso à banda larga é de 5 euros. Por fim, os alunos pertencentes a um agregado familiar com rendimentos baixos têm direito à mesma oferta destinada aos estudantes inseridos na Acção Social Escolar embora a mensalidade da Internet ascenda aos 15 euros.

A iniciativa eProfessor destina-se a 150 mil docentes e prevê que a partir de 15 de Setembro todos os professores do ensino básico e secundário possam ter acesso a um computador portátil, por um valor de 150 euros e acesso à banda larga por um valor inferior em 5 euros aos valores praticados pelos operadores aderentes.

Por sua vez, o programa eOportunidades está orientado para 250 mil trabalhadores em formação no âmbito do Novas Oportunidades. Este projecto vai ter início a 11 de Junho e pretende levar a oferta aos formandos através de uma entrada inicial de 150 euros e de uma mensalidade de acesso à Internet que se fixa nos 15 euros.

Colaborações estratégicas com o mercado

José Sócrates encerrou a cerimónia frisando que "este é o programa mais ambicioso do Plano Tecnológico". O Primeiro-ministro refere que no eIniciativas são combinados dois aspectos fundamentais: "a ideia de inovação tecnológica e a ideia do conhecimento". Estes dois factores servirão de mote para "massificar o uso dos computadores na sociedade portuguesa […] através do apoio em infra-estruturas de telecomunicações modernas, acesso a computadores e a ligações de banda larga".

Para levar a cabo esta iniciativa José Sócrates refere ser necessária "uma visão estratégica partilhada entre o Estado e a sociedade", assim como uma "parceria com os agentes económicos".

O projecto conta com a cooperação dos vários operadores, numa mobilização que o Primeiro-ministro classificou como pioneira. A Portugal Telecom, Vodafone e Sonaecom apoiam a iniciativa no âmbito das contrapartidas assumidas no licenciamento das comunicações móveis de terceira geração. É o fundo criado neste âmbito que irá garantir o financiamento de 25 milhões de euros que suportará o desenvolvimento do projecto. Ao longo dos próximos anos o valor depositado pelas operadoras no fundo deverá aumentar para os 400 milhões de euros, que deverão vir a contribuir para a implementação de outros projectos ligados à Sociedade da Informação.

A Microsoft, a Intel, a Cisco, a Sony-Ericsson, a JP Sá Couto e a Prológica também marcam presença na iniciativa do governo, colaborando no que diz respeito à parte logística do programa.

Para o futuro, José Sócrates prevê que sejam criados outros programas de incentivo tecnológico embora, por enquanto, o Estado tenha-se decidido a "actuar na área que vai indicar o futuro: os jovens, os professores e os cidadãos que voltaram a ter formação".

O Primeiro-ministro encerrou o seu discurso apoiando-se no slogan "muda aquilo que também fará mudar" e frisou que para o país avançar teremos de "andar duas vezes mais depressa para chegar ao pelotão da Sociedade de Informação"

Fonte. Tek
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